
Há anos o país que mais possui potencial econômico não atravessava o mar vermelho. Pois falta pouco para que a maior crise econômica que os Estados Unidos ja enfrentou apareça de vez. E o fortão pode pedir socorro.
Ainda mais que muito pouco gosta de aparecer em mídia nacional quando por ocasião do seu precursor de maior estabilidade financeira: A força da economia nacional.
E para aproveitar o embalo, a China acaba de anunciar que aumentará os preços de importados, especialmente a linha de eletrodomésticos - um dos carros-chefe de rentabilidade dos chineses.
Como no beisebol, esporte que leva milhões para os estádios, o governo americano não deu a sua melhor tacada e justamente para tentar amenizar as crises que abalavam o sistema imobiliário de alto risco, conhecido por eles como “Subprime”, enfraqueceu seus agentes financeiros – os bancos.
Muitos ainda desconfiam, sobretudo por estarmos em período eleitoral lá. Alguns dizem que dependendo do partido que ganhar – Democratas ou Republicanos, o caos pode piorar. Mas hoje, por exemplo, o Fed (Banco Central Americano) teve que interceder em prol do estado maior, reduzindo a taxa de juros de 0,75 pontos percentuais. Isso na prática dá fôlego para quem se vê acuado e com possibilidade de “pedir para sair”, mas em contrapartida, reforça o otimismo dos investidores.
Aqui no Brasil, como estamos acompanhando desde que a CPMF foi banida, o governo Lula está batendo cabeças e como num jogo de carteado, busca estratégias de como recuperar o rombo causado pela dita contribuição. A reforma tributária será, provavelmente, a porta de acesso de um novo imposto, com cara de anjo e mãos avassaladoras. Vamos aos preparos, porque pode ser que a situação piore. (não querendo ser pessimista)
Se voltar, apresse o passo, pois o ritmo é frenético.
E para aproveitar o embalo, a China acaba de anunciar que aumentará os preços de importados, especialmente a linha de eletrodomésticos - um dos carros-chefe de rentabilidade dos chineses.
Como no beisebol, esporte que leva milhões para os estádios, o governo americano não deu a sua melhor tacada e justamente para tentar amenizar as crises que abalavam o sistema imobiliário de alto risco, conhecido por eles como “Subprime”, enfraqueceu seus agentes financeiros – os bancos.
Muitos ainda desconfiam, sobretudo por estarmos em período eleitoral lá. Alguns dizem que dependendo do partido que ganhar – Democratas ou Republicanos, o caos pode piorar. Mas hoje, por exemplo, o Fed (Banco Central Americano) teve que interceder em prol do estado maior, reduzindo a taxa de juros de 0,75 pontos percentuais. Isso na prática dá fôlego para quem se vê acuado e com possibilidade de “pedir para sair”, mas em contrapartida, reforça o otimismo dos investidores.
Aqui no Brasil, como estamos acompanhando desde que a CPMF foi banida, o governo Lula está batendo cabeças e como num jogo de carteado, busca estratégias de como recuperar o rombo causado pela dita contribuição. A reforma tributária será, provavelmente, a porta de acesso de um novo imposto, com cara de anjo e mãos avassaladoras. Vamos aos preparos, porque pode ser que a situação piore. (não querendo ser pessimista)
Se voltar, apresse o passo, pois o ritmo é frenético.
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