segunda-feira, 11 de maio de 2009
A gripe suína e os meios de comunicação
A intitulada "gripe suína" foi jogada na mídia sem conceber as consequências que trariam informações mal posicionadas perante a opinião pública.
Hoje, mais uma vez, o produtor sofre com ditos feitos pela mídia. Não bastassem as especulações de precificações que caem e sobem conforme o "mercado", agora tem essa gripe advinda de um vírus desconhecido pela maioria que afetou diretamente a produção.
Depois de alguns dias anunciando "gripe suína", a mídia percebeu que o problema ficou ainda maior e tentou recuperar a nomeação do vírus, porém de nada foi suficiente para minimizar as perdas do setor.
Até quando isso vai acontecer? Será que as mídias não perceberam ainda que dependem diretamente de todos os setores econômicos? Que qualquer informação mal dada pode trazer sérias e danosas consequências?
Sinceramente espero que a ficha caia logo.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Cheiro de dinheiro: Comercial mal feito
Por um lado, produtor faz de tudo para se adequar ao mercado. Por outro o "departamento comercial" do estado de SC, não consegue vender os peixinhos.Uma das alternativas mais rentáveis da propriedade rural do oeste catarinense, a criação de suínos está se tornando mal remunerada, uma encheção de saco e dor de cabeça para muitos produtores.
Apesar de todos os esforços informados pelo governo estadual de Santa Catarina, única área livre de aftosa sem vacinação, o que vem se apresentando é uma crise sem precedentes na atividade.
Muitos produtores investiram até o que não tinham para se adequar aos TAC's - Termos de Ajustamento de Conduta e o que vemos é: a falta de consideração de quem mais deveria estar preocupado. O governo e entidades responsáveis pelo setor.
Hoje, por acaso, a RBS TV apresentou reportagem sobre a crise na região de Chapecó com foco na problemática, enfatizando que a situação é meramente comercial.
Ora, se o problema é comercial, sinal que nossos vendedores não estão trabalhando bem. Se o caso é a venda, a política não pode ser colocada em primeira instância. O fator preponderante é a venda de carne suína. Os abraços e afagos políticos podem ficar em segundo plano.
Percebo que nosso negócio não é feito com qualidade, assim como os produtores vem batalhando. Falta pessoas profissionais no setor comercial. Quem sabe até a criação de um departamento comercial, ou uma secretaria comercial de desenvolvimento de negócios.
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