Amigos leitores.
Eu já tinha outro blog, mas estava utilizando este.
Agora, vou voltar ao meu velho blog em função de trazer minha caracterização profissional.
www.jornalistadosul.blogspot.com
Acesse e continue deleitando-se com temas variados.
Um forte abraço.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
O pedido de concordata como estratégia de mercado
Várias empresas montadoras de automóveis já oficializaram seu pedido de concordata ao governo de seus países.
Nos EUA, a primeira a abrir as pernas foi a GM. Foi considerada a maior quebra dos últimos anos. Com isso, o governo americano aplicou dinheiro e ficou majoritário nas ações da empresa. Terá o controle acionário de 60% das ações. Mais de US$ 30 bilhões foram injetados (fora os US$ 9 bilhões já aplicados).
Na Suécia, a montadora SAAB também pediu concordata justificando que quer legalizar administrativamente suas contas e evitar a falência.
A Chrysler também estava com pedido formalizado de concordata e foi sondada pela Fiat. A justiça americana não aprovou a aquisição, porém na semana passada autorizou a negociação. Oficialmente a Fiat é detentora de 20% das ações. Nesse caso, o governo também permanece como proprietário, com 8%.
Ou seja: O governo americano já é considerado um dos maiores investidores do mercado, no que tange o capital privado. Daqui a pouco, do jeito que anda, o governo terá participação em todas as empresas do país. O negócio é pedir concordata - e o governo chega e aplica. Que tal o Obama!!!
Nos EUA, a primeira a abrir as pernas foi a GM. Foi considerada a maior quebra dos últimos anos. Com isso, o governo americano aplicou dinheiro e ficou majoritário nas ações da empresa. Terá o controle acionário de 60% das ações. Mais de US$ 30 bilhões foram injetados (fora os US$ 9 bilhões já aplicados).
Na Suécia, a montadora SAAB também pediu concordata justificando que quer legalizar administrativamente suas contas e evitar a falência.
A Chrysler também estava com pedido formalizado de concordata e foi sondada pela Fiat. A justiça americana não aprovou a aquisição, porém na semana passada autorizou a negociação. Oficialmente a Fiat é detentora de 20% das ações. Nesse caso, o governo também permanece como proprietário, com 8%.
Ou seja: O governo americano já é considerado um dos maiores investidores do mercado, no que tange o capital privado. Daqui a pouco, do jeito que anda, o governo terá participação em todas as empresas do país. O negócio é pedir concordata - e o governo chega e aplica. Que tal o Obama!!!
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Pão de Açúcar compra Ponto Frio e Bahia reage imediatamente
A família Klein não quis perder tempo. Logo que anunciada a compra da varejista Ponto Frio pelo Grupo Pão de Açúcar, a Casas Bahia tratou logo de fechar negócios pendentes "administrativamente". Adquiriu na mesma tarde de ontem, a terceira maior rede de varejo do nordeste, Romelsa - com 17 lojas espalhadas na região metropolitana de Salvador.
O diretor administrativo da Casas Bahia afirmou que não entrou nas negociações para aquisição da "quebrada Ponto Frio", porque a rede está praticamente em todos os municípios onde a Bahia já possui loja e não agregaria valor para a rede. Ele também disse que
Quer dizer: O topo das maiores está disputadíssimo. A Bahia não quer perder o topo e se vê atacada, quando o assunto "posição" gera indiferenças à rede.
De qualquer maneira, o que se pode esperar dessa aquisição, é a entrada do Grupo Pão de Açúcar em mercados antes desconhecidos e também a sua prospecção no mercado não alimentício com força total.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O varejo e a falta de qualificação dos empresários
Diariamente analiso o varejo. Seja por consequência da minha atividade, seja por interesse no que desenvolvem os varejistas nacionais.
Dia desses vi um varejista rastejando na mídia por um erro gravíssimo: anunciou em diversos jornais de São Paulo - TV LCD por R$ 9,90 a vista. Já deve imaginar o que aconteceu. Muitos problemas.
Outra vez acompanhei um varejista que tinha com bordão comercial muito bom, mas muito ruim legalmente: "quer pagar quanto". Esse tomou prejuízo maior ainda.
É nessas e outras que o globo fica gordo e repleto de novos e velhos empresários sem o perfil para o negócio. Na nossa região, o que mais se percebe são as cópias. Algumas até horríveis. Noite dessas assisti um comercial de motosserras usadas de um varejista - que ao tentar copiar um grande fabricante que anuncia no Polishop, prejudicou seu comercial de tal maneira que virou até comentário negativo no comércio.
O que falta é visão de negócio. Bons profissionais fazem acontecer. Desde que os empresários dêem ferramentas, flexibilidade e valorização para que esses possam assumir responsabilidades no cotidiano.
Não dá para admitir mais, empresários medíocres e pobres intelectualmente - achando que o mundo é determinado a partir de suas decições e idéias.
Aos poucos esses morrem. Se não falecerem comercialmente, o cliente esquece e leva em nível médio.
Se voltar, apresse o passo, pois o rítmo é frenético.
Dia desses vi um varejista rastejando na mídia por um erro gravíssimo: anunciou em diversos jornais de São Paulo - TV LCD por R$ 9,90 a vista. Já deve imaginar o que aconteceu. Muitos problemas.
Outra vez acompanhei um varejista que tinha com bordão comercial muito bom, mas muito ruim legalmente: "quer pagar quanto". Esse tomou prejuízo maior ainda.
É nessas e outras que o globo fica gordo e repleto de novos e velhos empresários sem o perfil para o negócio. Na nossa região, o que mais se percebe são as cópias. Algumas até horríveis. Noite dessas assisti um comercial de motosserras usadas de um varejista - que ao tentar copiar um grande fabricante que anuncia no Polishop, prejudicou seu comercial de tal maneira que virou até comentário negativo no comércio.
O que falta é visão de negócio. Bons profissionais fazem acontecer. Desde que os empresários dêem ferramentas, flexibilidade e valorização para que esses possam assumir responsabilidades no cotidiano.
Não dá para admitir mais, empresários medíocres e pobres intelectualmente - achando que o mundo é determinado a partir de suas decições e idéias.
Aos poucos esses morrem. Se não falecerem comercialmente, o cliente esquece e leva em nível médio.
Se voltar, apresse o passo, pois o rítmo é frenético.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Enquantos uns choram, outros vendem lenço
O título refere-se a obra intelectual do meu amigo e professor, Maurício Werner. O livro retrata que não existe crise para todo mundo ao mesmo tempo.
Com um diálogo simples e divertido, Werner ataca de frente o tema trazendo várias situações - facilmente adaptáveis ao nosso cotidiano.
Quem quiser ler segue os dados do livro. Profissionais de administração e marketing seguirão bem a linha de raciocínio do autor.
Obra: Enquanto uns choram, outros vendem lenço.
Autor: Maurício Werner
Editora: QualityMark
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A gripe suína e os meios de comunicação
Infelizmente ainda existem meios de comunicação que tentam através de furos de reportagem "sair na frente" com informações quentes, ainda que estas não sejam precisas.
A intitulada "gripe suína" foi jogada na mídia sem conceber as consequências que trariam informações mal posicionadas perante a opinião pública.
Hoje, mais uma vez, o produtor sofre com ditos feitos pela mídia. Não bastassem as especulações de precificações que caem e sobem conforme o "mercado", agora tem essa gripe advinda de um vírus desconhecido pela maioria que afetou diretamente a produção.
Depois de alguns dias anunciando "gripe suína", a mídia percebeu que o problema ficou ainda maior e tentou recuperar a nomeação do vírus, porém de nada foi suficiente para minimizar as perdas do setor.
Até quando isso vai acontecer? Será que as mídias não perceberam ainda que dependem diretamente de todos os setores econômicos? Que qualquer informação mal dada pode trazer sérias e danosas consequências?
Sinceramente espero que a ficha caia logo.
A intitulada "gripe suína" foi jogada na mídia sem conceber as consequências que trariam informações mal posicionadas perante a opinião pública.
Hoje, mais uma vez, o produtor sofre com ditos feitos pela mídia. Não bastassem as especulações de precificações que caem e sobem conforme o "mercado", agora tem essa gripe advinda de um vírus desconhecido pela maioria que afetou diretamente a produção.
Depois de alguns dias anunciando "gripe suína", a mídia percebeu que o problema ficou ainda maior e tentou recuperar a nomeação do vírus, porém de nada foi suficiente para minimizar as perdas do setor.
Até quando isso vai acontecer? Será que as mídias não perceberam ainda que dependem diretamente de todos os setores econômicos? Que qualquer informação mal dada pode trazer sérias e danosas consequências?
Sinceramente espero que a ficha caia logo.
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